Mãe e vó solo, nordestina, feminista e dirigente sindical do Sindicato Químicos Unificados. Moradora da periferia, com muita luta e dedicação se formou em Serviço Social.
Advogada popular, graduanda em Ciências Sociais, conselheira municipal de juventude, bissexual, feminista classista, coordenadora do Movimento Passe Livre de Marília e presidenta do PSOL Marília.
Cria das palafitas, mulher com deficiência devido a sequela de poliomielite, causada pela falta de saneamento básico. Pesquisadora e doutoranda em Saúde Coletiva, militante no movimento PcD e feminista.
Líder religiosa na Umbanda, mãe e avó, primeira suplente do Conselho Tutelar, feminista, curadora de um coletivo cultural e presidenta da associação de moradores do bairro em que reside e do PSOL Sumaré.
Mãe e vó solo, nordestina, feminista e dirigente sindical do Sindicato Químicos Unificados. Moradora da periferia, com muita luta e dedicação se formou em Serviço Social.
Advogada popular, graduanda em Ciências Sociais, conselheira municipal de juventude, bissexual, feminista classista, coordenadora do Movimento Passe Livre de Marília e presidenta do PSOL Marília.
Cria das palafitas, mulher com deficiência devido a sequela de poliomielite, causada pela falta de saneamento básico. Pesquisadora e doutoranda em Saúde Coletiva, militante no movimento PcD e feminista.
Líder religiosa na Umbanda, mãe e avó, primeira suplente do Conselho Tutelar, feminista, curadora de um coletivo cultural e presidenta da associação de moradores do bairro em que reside e do PSOL Sumaré.
Derrotar Bolsonaro nas urnas e responsabilizá-lo judicialmente foi uma conquista importante da classe trabalhadora. Mas, a extrema direita segue organizada, disputando a sociedade e mantendo forte presença institucional — especialmente no Congresso Nacional.
A extrema direita cresce porque manipula problemas reais vividos pelo povo. Explora o medo, a insegurança e a revolta social para proteger os verdadeiros responsáveis pela crise: os setores que lucram com a desigualdade. Explora a indignação com o custo de vida, a insegurança e a falta de direitos, desviando a responsabilidade dos verdadeiros responsáveis e transformando revolta social em ódio contra os setores oprimidos.
O que vivemos são as consequências da crise do capitalismo: precarização do trabalho, retirada de direitos e aprofundamento das desigualdades. Enquanto a classe trabalhadora enfrenta a pejotização, a informalidade, os baixos salários e a insegurança, os setores dominantes reorganizam seu poder para preservar privilégios e ampliar seus lucros.
Defendemos a valorização do trabalho e da renda, o fortalecimento dos direitos trabalhistas e o combate à precarização imposta às trabalhadoras e aos trabalhadores. Lutamos por emprego digno, salários justos, proteção social, aposentadoria, valorização do salário mínimo e garantia de direitos para quem move este país todos os dias.
O combate à precarização também passa pelo enfrentamento das desigualdades salariais entre homens e mulheres. Não aceitaremos que mulheres sigam recebendo menos para exercer as mesmas funções, especialmente as mulheres negras, que são as mais vulneráveis nesse cenário. A luta por igualdade salarial também é uma luta contra o racismo estrutural e o machismo que estão inseridos no mundo do trabalho no Brasil.
O Estado de São Paulo enfrenta um governo de extrema direita, agora com Tarcísio de Freitas. Sua gestão aprofunda uma lógica baseada na violência de Estado, nas privatizações e no esvaziamento das políticas públicas. A Polícia Militar de São Paulo é uma das mais letais do país e segue sendo símbolo de terror para a juventude negra e periférica.
Os jovens enfrentam diariamente nas periferias o abandono do Estado, a violência policial, a falta de oportunidades, o desemprego e o racismo estrutural.
Defendemos uma política que enxergue os jovens negros e periféricos como sujeitos de direitos, e não como alvo da repressão. É preciso garantir acesso à educação, cultura, esporte, trabalho, renda e perspectivas reais de futuro.
Nos últimos anos, Tarcísio impulsionou ataques aos serviços públicos e avançou com privatizações, como no caso da Sabesp. Ao mesmo tempo, promoveu o enfraquecimento das políticas para as mulheres, com o esvaziamento da Secretaria da Mulher e os ataques ao funcionamento das Delegacias da Mulher 24 horas — instrumentos fundamentais de enfrentamento à violência em um cenário de crescimento do feminicídio.
Esse desmonte tem consequências diretas na vida das mulheres. O feminicídio cresce no Brasil como expressão de uma violência estrutural marcada pelo machismo e pela misoginia. As mulheres da classe trabalhadora enfrentam múltiplas jornadas, salários menores, insegurança e violências cotidianas. E, quando são negras, periféricas, LGBTQIA+, mulheres com deficiência ou mães solo, essa realidade se torna ainda mais brutal.
Defendemos a construção de uma ampla rede de proteção às mulheres, com políticas públicas permanentes e estruturadas pelo Estado. Isso significa garantir creches públicas, acesso à saúde integral, moradia digna, combate à fome, proteção contra a violência, acesso à renda, acolhimento, autonomia econômica e fortalecimento dos serviços públicos. Não existe igualdade de oportunidades sem condições reais para que as mulheres possam viver com dignidade e liberdade.
Mas nossa luta não é contra os homens trabalhadores. Pelo contrário: queremos construir um projeto coletivo com aquelas e aqueles que sofrem com a exploração, a desigualdade e a exclusão. A Bancada das Trabalhadoras nasce a partir da organização das mulheres, mas dialoga com toda a classe trabalhadora.
Queremos homens comprometidos com a transformação social caminhando ao nosso lado. Porque enfrentar o machismo, o racismo, a LGBTfobia e a exploração também significa construir uma sociedade justa para o conjunto do povo trabalhador. Nossa candidatura é um instrumento de representação de todos os setores historicamente excluídos, invisibilizados e violentados por esse sistema.
É nesse contexto que nasce a Bancada das Trabalhadoras. Somos diversas, mas não dispersas. Nossa diversidade é expressão concreta da classe trabalhadora, e é a partir dela que construímos unidade na luta. Somos mulheres negras, LGBTQIA+, mães, jovens, trabalhadoras e militantes. Expressamos uma classe trabalhadora real, atravessada por raça, gênero, sexualidade e território.
Defendemos um feminismo para os 99%, que não atende aos interesses de uma minoria privilegiada, mas que se constrói a partir das necessidades da maioria das mulheres trabalhadoras. Um feminismo que enfrenta a exploração, o racismo, a LGBTfobia e todas as formas de opressão como parte de um mesmo sistema.
A Bancada das Trabalhadoras vem representar esse conjunto da classe trabalhadora. E ocupar a Câmara Federal é uma ferramenta para ampliar as lutas que já travamos diariamente. É levar para dentro do parlamento as vozes historicamente silenciadas e transformar a política em instrumento de organização popular e enfrentamento às desigualdades.
Nossa candidatura parte de um compromisso: construir uma alternativa feminista, anticapitalista e popular, voltada à garantia de direitos, à valorização da vida e ao combate às desigualdades.
Seguimos com a certeza de que não haverá transformação real sem a força organizada das mulheres trabalhadoras e de toda a classe trabalhadora unida. Bancada das Trabalhadoras. Diversas, mas não dispersas. Sigamos juntas e juntos na luta!
Edilene Rodrigues Santana
304.641.658-06
Rua Padre Jean Francos Jobard, 100
CEP 13059665
contato@bancadadastrabalhadoras.com.br
19 99882 7327